Técnicos de Planejamento de Produção


Segundo a CBO 2002 (Classificação Brasileira de Ocupações), a O*NET 1999 (Ocuppation Information Network), a ROME 1999 (Répertorie Opérationnel des Métiers et Emplois) e a NOC 2000 (National Occupational Classification), os trabalhadores da família ocupacional
dos Técnicos de Planejamento de Produção:


Realizam atividades técnicas de planejamento de produção. Planejam operações de produção, desenvolvendo e implementando planos para a utilização eficiente de materiais, máquinas e equipamentos e para a realização de atividades de acordo com metas de produção estabelecidas. Desenvolvem e controlam orçamentos. Implementam projetos de produção. Mantém inventários de matérias-primas e de produtos acabados. Planejam e implementam modificações em máquinas e equipamentos, sistemas de produção e métodos de trabalho. Desenvolvem e documentam procedimentos de inspeção para controle de qualidade de produtos e processos. Desenvolvem programas para manutenções de máquinas e equipamentos, elaborando cronogramas, definindo procedimentos de inspeção. Identificam fornecedores e recomendam a substituição de máquinas e equipamentos.


As
ocupações que compõem a família ocupacional dos Técnicos de Planejamento de Produção são:

Controlador de entrada e saída; Cronoanalista; Cronometrista; Planejista; Scheduler; Técnico de matéria-prima e material; Técnico de planejamento de produção; Técnico de planejamento e programação da manutenção.

Segundo os dados da RAIS (Registro Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho e Emprego), no período de 1993 a 2000, a família ocupacional dos Técnicos de Planejamento de Produção apresentava o seguinte panorama:

42,7% dos trabalhadores tinham 2º grau completo em 2000, enquanto 19,4% tinham grau superior completo e 12,3% tinham grau superior incompleto.

Em 2000, 38,5% dos trabalhadores encontram-se na faixa etária dos 30 a 39 anos, 24,1% na faixa dos 40 a 49 anos e 18,3% entre 25 e 29 anos.

Quase 30% tinham 10 anos ou mais de vínculo empregatício. Outros 15,3% tinham entre 5 e 9,9 anos de vínculo e 11,6% tinham entre 3 e 4,9 anos em 2000.

O número de funcionários cresceu 82,5% entre 1993 e 2000. Neste ano, o número de empregados era de 8.399.


Houve crescimento de 8,7% na remuneraçaão média dos empregados entre 1993 e 1997. Em 2000 a remuneração caiu 13,9%, atingindo a cifra de 11,4 salários mínimos.

 

Em breve estaremos disponibilizando informações sobre os Estados em que o SENAI oferece cursos para esta família ocupacional.